por Mauro Nadvorny | 13 ago, 2018 | Comportamento, Israel, Política
O fascista mora aqui.
O mal que Netanyahu faz a Israel, talvez só venha ser percebido dentro de alguns anos. Mas as consequências deste mal já se fazem sentir no nosso dia a dia.
É da democracia que um determinado grupo ideológico suba ao poder. É perfeitamente compreensível que este grupo ponha em prática a sua política alinhada ao seu grupo ideológico. Aos da oposição resta espernear e suportar até às próximas eleições.
Quando um partido ganha a eleição e consequentemente seu líder assume o posto de Primeiro Ministro, ele está assumindo um cargo onde outros já estiveram, e com certeza outros estarão.
Existe a honra do cargo que está acima das disputas ideológicas. O cargo é o que representa a democracia e em tese, seu ocupante é quem representa o país dos vencedores e dos vencidos.
Por esta razão, é que se pode distinguir grandes estadistas de meros ocupantes do cargo. Bem Gurion foi um estadista, assim como seu maior opositor, Menachem Begin. O primeiro por ter criado o estado e o segundo por ter alcançado a paz com o Egito. Netanyahu jamais o será.
Bibi, como é mais conhecido, não governa em favor de Israel, governa em favor do poder. Ele saboreia cada momento dele, e como político é um gênio. Conseguiu a façanha de perder uma eleição e ainda assim ser nomeado primeiro ministro. No parlamentarismo, quem ganha de fato é quem consegue montar um governo com a metade mais um do parlamento. Ele já tinha o governo montado, antes mesmo das urnas serem abertas.
Liderando um governo de extrema direita, ele vem diariamente incitando o ódio no seio do povo israelense. Assim, ele agride as minorias e destila seu veneno contra a esquerda. O faz contumazmente.
O fato mais recente, que mostra esta face vil, foi sua resposta à manifestação da minoria árabe com seus simpatizantes, que ocorreu neste último sábado onze de agosto. Nela um grupo compareceu com bandeiras palestinas (contrariando pedido dos organizadores), nada de mais, já que os Drusos uma semana antes também vieram com suas bandeiras. As bandeiras tremularam junto com bandeiras de Israel na mais perfeita ordem. Um pequeno grupo em meio a 100.000 outros.
Esta teria sido apenas mais uma manifestação conta a Lei da Nacionalidade como tantas que vem ocorrendo. Mas Bibi precisava mostrar a sua face e apontando uma foto de um jornal com o grupo das bandeiras palestinas, disse que aquelas bandeiras da OLP na Praça Rabin eram a razão da Lei da Nacionalidade. Sua ministra da Cultura, Miri Regev, disse que Rabin estaria dando voltas no caixão.
Uma pausa para o passado. A praça que leva o nome de Rabin foi onde o assassinaram. A sua morte de deve em muito ao incitamento promovido por Netanyahu e seus partidários que chamavam Rabin de traidor. Ele discursou de um balcão com a foto de Rabin no corpo de um oficial nazista dizendo que Rabin estava traindo o povo. Seu assassino, Yigal Amir, cometeu o crime porque compreendia que Rabin era um traidor e sua morte era justificável. As mãos de Bibi estão sujas com o sangue de Rabin.
Pois bem, este mesmo ser, tem a ousadia de usar o nome de Rabin em proveito próprio.
Felizmente, ele vem se desgastando com vários setores da sociedade que começam a enxergar que sua política de segregação social, sua falta de capacidade para o diálogo com quem não se alinha a suas posições, e especialmente o fato de que os inúmeros inquéritos contra ele estão se avolumando, indicam a possibilidade de uma virada nas próximas eleições.
Entretanto, de Bibi pode-se esperar tudo. Até mesmo uma nova guerra. Pode ser contra Gaza, contra o Irã, contra a Síria, o Líbano, não importa. Tudo para se manter no poder, afinal, nada une mais os israelense com seu governo, que uma boa guerra.
por Mauro Nadvorny | 8 ago, 2018 | Brasil, Comportamento, Política
A democracia é um sistema político com muitas falhas, mas ainda assim é o melhor sistema que existe.
Eu escuto de muitos amigos que estão horrorizados com as chamadas alianças partidárias, que segundo eles, são abomináveis, inexplicáveis, nojentas etc. Neste rol entram as alianças nacionais e estaduais que muitas vezes colocam partidos nacionalmente inimigos, estadualmente melhores amigos.
Uma das razões para isto é o número absurdo de partidos existentes hoje no Brasil, Só nesta eleição são 35 partidos.
O nome do jogo é política e nesta arte aprende-se a engolir sapos com uma grande facilidade. Inimigos de ontem, são os amigos de hoje. Fotos e discursos em favor de aliados vão sendo descartados porque hoje não mais se falam.
Neste jogo existe o pragmatismo, e a ideologia vai sempre ficar em segundo plano. Numa disputa política pela governabilidade, vale tudo, ou quase tudo. Vale até mesmo elogiar oponentes e menosprezar aliados, dependendo do estado da nação.
Durante a ditadura, os milicos resolveram o problema permitindo dois partidos. Todos que eram a favor pertenciam a Arena (Aliança Renovadora Nacional) e todos que eram contra, pertenciam ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro).
Com 35 partidos, não existe ideologia para tanto partido. Por mais que a esquerda se divida, quantos partidos ideológicos pode haver? E na direita a mesma coisa. Até mesmo no centro, que são os que acham que ideologia não serve pra nada, quantos partidos seriam aceitáveis?
Com esta profusão, é lógico que o apelo televisivo, e me refiro ao tempo de TV, tem um alto custo. Cada segundo, conta e aí é preciso vender a alma ao diabo para ter mais um “aliado” com tempo disponível, e a venda. Sim, venda, porque o custo desta entrega vai ser cobrado depois com juros e correção monetária.
Se o jogo é este, quem quiser participar, vai ter que aceitar as regras, sob o risco de ficar sem representação. E vejam que não basta ganhar a presidência, é preciso fazer maioria para poder governar e tentar impor minimamente um plano de governo. Este é o segundo tempo deste jogo, e nele tudo pode mudar. Aliados da corrida a presidência ou ao governo dos estados podem ser substituídos por novos aliados, aqui vale tudo.
O sistema democrático, seja ele presidencialista ou parlamentarista, funciona quando certos limites são colocados em nome do bom funcionamento do sistema. É claro que diferentes pensamentos, nem sempre ideológicos, precisam ter voz. É claro que as minorias precisam estar representadas. Mas tudo isto pode acontecer dentro de, dois, três, talvez cinco partidos. Mais do que isso, é escancarar as portas para o que estamos assistindo, ou seja, uma representatividade puramente pessoal, onde os Tiriricas se elegem em qualquer sigla carregando consigo um número elevado de correligionários com menos votos que aqueles com formação política em partidos de formação ideológica.
É justamente esta incoerência no sistema que está deixando o país ingovernável. É ela que permite um Impeachment político sem qualquer escrúpulo, onde qualquer presidente pode estar sujeito a execração pública, mesmo sem haver cometido qualquer crime.
Esta distorção não será fácil de ser corrigida, pois na medida em que se instalaram, estes partidos nanicos jamais darão seus votos para um aumento do percentual de votos necessários para terem representatividade política. O mal já está feito.
A única saída seria uma consciência política por parte da população. No atual estágio em que o país se encontra, eu não vejo isto acontecendo nos próximos anos. A reboque, além da instabilidade política vamos continuar tendo uma redução da qualidade de vida fruto de uma economia em frangalhos com milhões de desempregados.
Estas eleições, por tudo o que está acontecendo, serão históricas. Infelizmente para o mal.
por Mauro Nadvorny | 23 jul, 2016 | Antissemitismo, Comportamento, Israel, Judaísmo, Política
O antissemitismo não é nenhuma novidade no Brasil, mas ele tem sido mais contundente a partir de grupos e partidos que supostamente deveriam combatê-lo com mais vigor. Estou falando da esquerda brasileira.
Um recente artigo publicado e logo retirado no site Vermelho, do PC do B, com um pedido de desculpas, de autoria de Thomas de Toledo, é o fato mais recente que reascendeu o questionamento de parte dos judeus de esquerda, e causou a ira dos judeus de direita.
O texto em questão muito lembra o conhecido Protocolos dos Sábios de Sião, um livro apócrifo que atribui a dominação do mundo pelos judeus. Os protocolos serviram de inspiração para gerações de antissemitas, tanto de direita como de esquerda.
Thomas de Toledo possui belas credenciais: historiador formado pela USP, com mestrado em desenvolvimento econômico pela Unicamp, secretário geral do Cebrapaz e membro do PC do B.
Não é nenhuma novidade a associação ente Judeus/Israel/Sionismo, como se fossem tudo a mesma coisa quando se deseja atacar o Estado de Israel, e a associação Judeus/Religião/Brasileiros, quando se pretende justificar o não antissemitismo.
Quando afirma que Israel passou a controlar três ministérios chaves do governo golpista de Temer, nominando os ministros com sobrenomes supostamente judeus, Toledo está flertando com os Sábios de Sião. Ele não se distingue daqueles que afirmavam que na Páscoa os judeus faziam a Matzá (pão ázimo) com o sangue de crianças cristãs e os consequentes pogroms e mortes de judeus.
O Estado de Israel não somente foi criado por sionistas-socialistas, como sobreviveu inicialmente graças a ajuda da União Soviética. A representação de esquerda em Israel e os movimentos pacifistas pela criação de um Estado Palestino são formados em sua maioria por pessoas de esquerda. Este mesmo quadro praticamente não existe nos demais países do Oriente Médio. No entanto os movimentos e partidos de esquerda no Brasil são, em sua maioria, favoráveis a destruição do Estado de Israel. Não se contentam posicionar-se contra o atual regime político, claramente fascista e combatido pela esquerda israelense. Muito menos serem solidários com esta esquerda duramente combatida, não apenas pelo regime, como por inúmeros movimentos de extrema direita que os tratam como traidores da pátria.
O conceito de uma conspiração judaica para dominação mundial, como já disse antes, não é novo, tampouco no Brasil. Nos anos 80 e 90 até mesmo uma editora de livros antissemitas se estabeleceu no RS. Chamava-se Editora Revisão (sic) e tinha como proprietário Siegfried Elwanger, um notório revisionista que dizia possuir inúmeros amigos judeus.
O posicionamento contrário a Israel por parte da esquerda também não é novidade no Brasil. O que sim vem surgindo como uma novidade é o famigerado antissemitismo disfarçado de uma política anti-Israel.
Quando um Partido Político de esquerda dá guarida a um texto inequivocadamente antissemita, ele fere de morte todo o preceito básico da ideologia socialista. Ele se contradiz em si mesmo e se assemelha ao fascismo e todas as suas matizes.
Ironicamente os judeus sempre estiveram ligados a esquerda em nosso país mantendo intensa atividade política com movimentos e partidos de esquerda.
A participação nos anos 20 e 30 foram significativas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Belo Horizonte. No Rio de Janeiro a esquerda judaica se reunia em torno da Biblioteca Scholem Aleichem (que mais tarde se transformaria na ASA), na Brazkcor, Sociedade Brasileira Pró-Colonização Judaica na União Soviética, e no Centro Operário Morris Vinchevsky. Em São Paulo eram conhecidos os grupos Cultura e Progresso e, já em 1954, o Instituto Cultural israelita Brasileiro (Icib), a Casa do Povo, de tendência comunista, junto ao Teatro de Arte Israelita Brasileiro (Taib). Por curiosidade, a língua e a cultura idiche foram um aglutinador importante destes movimentos.
Na era Vargas os judeus participaram intensamente dos movimentos sindicais, universitários, organizações populares e centros culturais comunitários. Haviam judeus membros da Aliança Nacional Libertadora e no Partido Comunista Brasileiro. Um nome não pode deixar de ser mencionado: Olga Benário.
Nos dias de hoje existem judeus em todo o espectro partidário de esquerda. Portanto em nada se justificaria no Brasil a intrínseca associação entre esquerda e antissemitismo, no entanto ela existe.
Eu concluo que independentemente de ideologias, a esquerda tem em seus quadros pessoas preconceituosas que diferentemente do que se poderia esperar, afrontam os preceitos ideológicos de sua formação. Não creio que a esquerda brasileira seja antissemita, mas acredito que em seu seio existem militantes que em dada diferem dos membros de organizações fascistas quando o tema é o judeu.
O antissemitismo, muito mais do que ideológico, é um estado doentio de natureza humana e de ordem privada.
OBS: Alguns dados foram obtidos em A História dos Judeus no Brasil – CONIB e no Livro de Maria Luiza Tucci Carneiro, O anti-semitismo nas Américas: memória e história.
por Mauro Nadvorny | 25 jul, 2014 | Comportamento, Israel, Oriente Médio
Ninguém nasce odiando. O ódio é ensinado, aprendido e propagado. Infelizmente são os seres humanos que ensinam outros seres humanos a odiar.
Como o ciúme, o ódio cega a razão. A pessoa fica incapacitada de sentir simpatia, empatia ou qualquer sentimento racional pela outra.
O ódio vai desde um simples, não me importo com o que lhe aconteça, até o desejo de que o outro morra.
Assim, em maior, ou maior grau ele se acomoda e gera todo tipo de disfarce moral para justificá-lo.
Ninguém no mundo moderno, mais do que nós judeus, conhecemos o ódio. Sofremos agressões, humilhações, perda de direitos, expulsões e a morte. Foram 6 milhões somente no Holocausto.
Todos mortos por serem judeus.
Sendo assim, parece estranho, para dizer o mínimo, que judeus propaguem o ódio. Não é o que acontece.
Assistimos nas ruas de Israel centenas de pessoas se manifestarem com palavras de “Mavet la Haravim – Morte aos àrabes”. Claro que são uma minoria, evidentemente que são uns idiotas etc, mas não é isso o que importa. O que surpreende é não haver punição. Muitas destas pessoas postaram em suas páginas do FB mensagens com estas palavras. Não existe lei contra isso.
Ao contrário de Israel, no Brasil onde também é livre a manifestação do pensamento, é crime o incitamento ao ódio racial Talvez esta seja uma lição que Israel pudesse aprender deste “anão diplomático”
No Brasil condenamos um editor de livros revisionistas. Em Israel, autoridades propagam o ódio racial e ficam impunes. Talvez a luta para criminalizar o racismo devesse ser aprendida com este parceiro irrelevante.
Claro que não somos perfeitos no Brasil. Também podemos aprender muito com Israel, mas definitivamente enxergar as coisas dentro de sua real proporcionalidade não é uma delas. Se Israel acha perfeitamente normal a morte de mais de 800 palestinos, sendo 155 crianças (e seguem contando) de um lado, e 35 soldados e dois civis do outro, esta não é a perspectiva brasileira.
Algumas guerras podem ter sua justificativa para iniciar, mas seguramente todas têm sua hora para encerrar. Esta na hora de Israel do alto de sua diplomacia que possui o apoio incondicional de um único país no mundo se dar conta que a hora é agora.
O ódio está se espalhando como fogo em palha e já está chegando as portas dos lares judaicos do mundo afora. Todos vamos pagar o preço.
por Mauro Nadvorny | 22 dez, 2012 | Comportamento
E vem aí 2013
Como o mundo não acabou, e estamos encerrando apenas mais um ciclo de vida, desejo que:
Se encerre o ciclo das guerras e comece o ciclo da PAZ!
Se encerre o ciclo das doenças e comece o ciclo da SAÚDE!
Se encerre o ciclo da pobreza e comece o ciclo da PROSPERIDADE!
Se encerre o ciclo da fome e comece o ciclo da FARTURA!
Se encerre o ciclo da inveja e comece o ciclo da GENEROSIDADE!
Se encerre o ciclo do abandono e comece o ciclo do ACOLHIMENTO!
Se encerre o ciclo do ódio e comece o ciclo do AMOR!
Um Feliz Natal e um 2013 maravilhoso para todos!
por Mauro Nadvorny | 2 dez, 2012 | Comportamento
Como uma das mais de um bilhão de páginas do Facebook imagino o que o que posto, ou eventualmente escrevo possa causar ao mundo.
Na ultima vez que olhei minha quantidade de “amigos”, havia lá cerca de 600 pessoas. Para quem raramente convida alguém e apenas aceita convites de amizades, creio que este seja um número bem pequeno. Mais ainda se considerar que a maioria destes amigos, simplesmente ignora o que coloco na minha página. Portanto imaginar que o que está lá vá influenciar mudanças na vida de quem quer que seja seria muita pretensão, o que não é o caso.
Sou um viciado em informações. lembro que na adolescência costumava ler até 3 jornais por dia. Hoje a Internet de um lado facilitou a minha vida, de outro proporcionou-me um material inesgotável de satisfação a este vício.
Boa parte desta leitura ao longo do dia vou postando na minha página do FB. A grande maioria nem comento, mas coloco lá como uma forma de saber o que me interessou naquele dia quando daqui a alguns anos eu voltar para trás na história e rever este material.
Chama minha atenção como algumas destas coisas despertam os mais variados sentimentos nas pessoas. Algumas apenas curtem, outras curtem e compartilham e algumas fazem questão de opinar. Aí fica mais interessante. As pessoas acham que por ter colocado na minha página eu estou não somente concordando, como exigindo que concordem comigo.
Talvez eu devesse colocar um esclarecimento a cada postagem, algo como: li e concordo; li e não concordo; nem li ainda. Ou tipo: o dono deste texto não me autoriza fazer comentários.
Muitos textos são extraídos do jornal israelense Haaretz e são editoriais, notícias públicas ou artigos de colunistas. Tudo isto consta em um site público que qualquer um pode acessar, mas quando colocado na minha página do FB parece causar um certo frisson em alguns “amigos”. Aliás tudo o que publico, portanto é compartilhado.
Se estes “amigos” quisessem apenas dar as suas opiniões, eu nem estaria escrevendo estas linhas. O que tem acontecido com alguns deles é que ao invés de se manifestarem contra ou a favor do texto, eles se acham no direito de atacarem a minha pessoa. O artigo não é importante. Verdade ou propaganda enganosa, não importa. O fato é que viro o centro das atenções deles e me dirigem todo tipo de adjetivos e impropérios. Ainda bem que o FB permite que possamos deletar tais comentários e até mesmo excluir estas pessoas, o que o faço somente em última instância.
Afinal de contas o que move estas pessoas. Porque atacam um cara que tem tão poucas amizades no FB se comparado a eles próprios? Porque me atribuem uma importância que não tenho e não busco? Porque não se preocupam em publicar nas suas páginas? Porque não me deletam? Qual o sentido de tudo isso?
Não tenho as respostas. Cada dia imagino algo diferente. Acontece que muitas delas eu pouco conheço. No entanto o que elas têm em comum é esta estranha sina de atacar o interlocutor. Em geral o fazem aqueles que tem pouco a dizer, mas estaria sendo muito simplista se pudesse reduzir tudo a esta única explicação. Talvez Freud saiba.
Aos que chegaram até aqui, meus cumprimentos. Poucos leem artigos longos. Para não ficar mais batendo na mesma tecla. quero apenas me desculpar por as vezes impor tais comentários a todos que apenas curtiram o tópico. Sou grato aqueles que como eu não suportam tais baixarias.
Apenas para constar: sou a favor da Libertação do Tibete e por um Estado Kurdo também, entre outras causas. Um dia falo sobre isso.